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segunda-feira, 2 de julho de 2012

ALUNOS SENAI…AULAS DISPONIVEIS PARA DOWNLOADS

Prezados alunos do SENAI, ja se encontra disponivel para downloads as aulas de numero 2 e 3, e tambem alguns anexos sobre quadro de distribuição e tabela de consumo de equipamentos.

Meus agradecimentos e bons estudos.

clique-aqui-para-baixar-baixaki-a1

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Horário de verão termina neste sábado à noite

Os relógios deverão ser atrasados em uma hora no final deste sábado, dia 25, com o término do horário de verão. Dessa forma, às 0h do domingo, os relógios devem ser ajustados para às 23h, nos estados que aderiram ao horário de verão neste ano. A informação é do Ministério de Minas e Energia.

Neste ano, o horário de verão durou 133 dias, período maior do que a média, de 121 dias por ano. Essa mudança ocorreu devido ao carnaval, que caiu no terceiro domingo de fevereiro, quando geralmente é encerrado o horário de verão. A última vez que isso ocorreu foi em 2001.

A cada ano, o horário de verão reduz em média 5% a demanda por energia no país no horário de maior consumo - entre 18h e 21h. Segundo o Ministério de Minas e Energia, essa economia significa que as usinas deixaram de gerar nesse horário o dobro da eletricidade necessária para suprir a cidade de Belo Horizonte no horário de pico, ou suprir 75% da demanda de Curitiba. Os dados oficiais da economia de energia só serão divulgados na semana que vem, após o término do horário de verão.

FONTE O GLOBO

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Empresas de energia elétrica da região oferecem serviços gratuitos via SMS

A partir do dia 21 de novembro de 2011 todos os consumidores das empresas Caiuá, Vale Paranapanema, Companhia Nacional, Bragantina e Força e Luz do Oeste poderão enviar um torpedo para as distribuidoras e passar informações que antes só eram possíveis de serem enviadas por meio de outros canais de relacionamento. Para saber mais sobre sua conta de luz, pedir religação ou religação de urgência, o cliente poderá passar uma mensagem do seu celular para o número 27382 e a empresa responderá instantaneamente. A mensagem é gratuita, atende a todas as operadoras de telefonia móvel e pode ser utilizada 24 horas por dia. O cliente deve enviar o SMS com a palavra-chave referente ao serviço, dar um espaço e depois colocar o número da Unidade Consumidora (UC), que consta na parte superior da conta de luz. Seguem as orientações: - LUZ/tecla espaço/número da Unidade Consumidora: para informar falta de energia. A empresa vai responder, via SMS, se já sabe o motivo da falta de luz, se há ou não previsão de retorno e um número de protocolo. - CONTA/tecla espaço/número da Unidade Consumidora: para saber sobre sua conta de luz. A empresa vai responder, com até três mensagens, se há faturas vencidas ou a vencer, data prevista de corte (se for o caso), código de barras para pagamento e número de protocolo. - RELIGA/tecla espaço/número da Unidade Consumidora: para solicitar religação comum. A empresa informa, via SMS, o prazo para o serviço e avisa para que o cliente apresente as faturas pagas no ato da religação. Se a religação já tiver sido solicitada por outro meio, o cliente recebe a informação de que a Ordem de Serviço está em andamento. - RELIGAURGENTE*/tecla espaço/número da Unidade Consumidora: para pedir religação de urgência. A empresa informa o prazo para o serviço ser executado e avisa para que o cliente apresente as faturas pagas no ato da religação de urgência. Se a religação de urgência já tiver sido solicitada por outro meio, recebe a informação de que a Ordem de Serviço está em andamento. Para facilitar a empresa sugere que o cliente salve em seu celular o Número do SMS, 27382.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Geração de energia elétrica nas propriedades rurais



 A energia elétrica nas instalações rurais é um fator muito importante, indispensável, pois serve para a iluminação, aquecimento, refrigeração, para impulsionar motores e máquinas, etc. A eletricidade necessária pode ser obtida de diversas formas, a mais fácil, simples e barata é através da rede pública de distribuição que, além das vantagens já citadas, fornece uma eletricidade mais estável e forte.

Além da rede pública, o proprietário rural pode utilizar outras fontes, caso não haja disponibilidade da eletricidade da rede pública, ou para ser uma forma complementar de energia. Para tal, podem ser utilizadas as seguintes fontes:

- Hidroelétrica: uma queda d’água, mesmo que pequena, pode produzir eletricidade, bastando que seja nela instalada uma roda d’água para movimentar um gerador. Também um curso d’água pode mover uma roda de tipo especial. A energia hidroelétrica é considerada "limpa", poi não concorre para o aumento de gases poluentes na atmosfera nem para o aquecimento global; 

- Termo-elétrica: podemos produzi-la usando uma pequena caldeira a vapor, com o emprego de combustível sólido obtido na propriedade, como lenha, restos ou resíduos (ex. bagaço de cana), etc., para mover um grupo gerador. A emissão de gases de efeito estufa, proveniente da queima desses materias é a principal desvantagem desse sistema de geração de energia;

- Gerador a combustão: é o emprego de um grupo eletrógeno com motor a combustão, sendo usados óleo, gasolina, álcool, diesel, biodiesel, gás, biogás, etc. Apesar de ser uma maneira bastante prática de gereção de eletricidade, dependendo do combustível utilizado, pode haver a emissão de gases poluentes e de efeito estufa.;

- Gerador de biogás: é a opção mais barata depois da hidráulica, quando utilizado gás produzido na propriedade, por um biodigestor. Podemos usar, também, o gás engarrafado;

- Gás e biodigestor: o gás pode ser de grande utilidade em uma propriedade rural, desde que obtido economicamente. O engarrafado ou de botijão, tem seu emprego limitado pelo seu elevado preço. Para lança-chamas, por exemplo, justifica-se o seu uso. O mais econômico, no entanto, é a produção de gás na propriedade, com um biodigestor, aparelho muito simples e de construção barata. Existem biodigestores fabricados por empresas especializadas, em diversos tamanhos, com suas capacidades calculadas de acordo com as necessidades.

As matérias primas para a produção de energia são facilmente encontradas em qualquer propriedade rural, pois se trata de matérias orgânicas fermentáveis como estercos de cavalos, bois, coelhos, cabras, porcos, etc.; restos de roçadas, bagaço de cana, etc. Depois de utilizado, esse material transforma-se em um excelente adubo para qualquer plantação. O gás obtido pode ser utilizado para iluminação, aquecimento e para acionar motores, substituindo a gasolina, o álcool, óleo diesel, etc.

- Eólica: Aproveitando a energia dos ventos, os cata-ventos servem para acionar bombas d’água, dínamos ou geradores de energia elétrica, moinhos, serras, etc., sendo uma boa alternativa, quando a região em que são instalados é sujeita a ventos constantes. A energia dos ventos, além de não poluir, é uma das mais baratas, pois não custa nada, exceto os aparelhos utilizados para captá-la. Esses aparelhos, no entanto, dependendo de sua finalidade, podem ser de valor bastante elevado.

- Solar: A energia solar é o símbolo da energia limpa, não poluente. Com o uso de placas de captação de energia solar, é possível a geração de energia elétrica e a sua armazenagem, em baterias. Essa energia pode movimentar máquinas, aparelhos de TV, iluminação na propriedade, etc. O investimento para a geração desse tipo de energia, no entanto, ainda é bastante elevado, em comparação a outras formas alternativas, como as citadas anteriormente.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O QUE SÃO PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS (PCH):


O QUE SÃO PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS (PCH):
Pequena Central Hidrelétrica (PCH) é uma usina hidrelétrica de pequeno porte com capacidade superior a 1 MW e inferior a 30 MW, com área de reservatório inferior a 3 km². As PCHs são regulamentadas pela ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica, através daresolução nº 394 de 04 de dezembro de 1998.
Esse tipo de hidrelétrica é utilizada principalmente em rios de pequeno e médio porte. Em alguns casos dispensam reservatório, chamada “a Fio D’água”, quando a força da água é suficiente para movimentar as turbinas. Mas o formato mais utilizado possui pequenos reservatórios para garantir a regularização do fluxo d’água em diferentes condições climáticas. O que não é possível no caso de “A Fio D’água”, onde a potência diminui, ou até para, em caso de grandes estiagens e baixa das águas.

PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO DE PCHs NO RIO PARDO:

 - PCH Figueira Brancacom potência estimada de 10,8 MW, às coordenadas 22º54' de Latitude Sul e 49º28' de Longitude Oeste, situada no rio Pardo, sub-bacia 64, bacia hidrográfica do rio Paraná, no Estado de São Paulo.
- Municípios atingidos: de Óleo, Bernardino de Campos e Santa Cruz do Rio Pardo
- Número do processo na Secretaria Estadual do Meio Ambiente: SMA 256/09

- PCH Santanacom potência estimada de 12,70 MW, situada no rio Pardo, sub-bacia 64, bacia hidrográfica do rio Paraná, no Estado de São Paulo.
Municípios atingidos: Ourinhos, Canitar, Chavantes e Santa Cruz do Rio Pardo
Número do processo na Secretaria Estadual do Meio Ambiente: SMA 258/09

- PCH Niágara, com potência estimada de 11,90 MW, às coordenadas 22º53’ de Latitude Sul e 49º28’ Longitude Oeste, situada no rio Pardo, sub-bacia 64, bacia hidrográfica do rio Paraná, no Estado de São Paulo.
Municípios atingidos: Óleo, Águas de Santa Bárbara e Santa Cruz do Rio Pardo
Número do processo na Secretaria Estadual do Meio Ambiente: SMA 259/09

A autorização para execução dos projetos é dada pela ANEEL – Agencia Nacional de Energia Elétrica, mas depende do parecer favorável da Secretaria de Meio Ambiente do estado de São Paulo, através do DAIA - Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental, que também submete à avaliação do CONSEMA – Conselho Estadual do Meio Ambiente. As empresas interessadas são a Ecopart Investimentos e a Hidrotérmica S/A. Até a presente data não existe publicação no Diário Oficial da União autorizando a execução dos projetos.

Fontes: Diário Oficial da União (edições: 12/02/2008, 05/09/2008, 22/09/2008, 20/12/2008 e 16/01/2010)

IMPACTOS AMBIENTAIS DAS PCHs:

As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) são consideradas de menor impacto ambiental em relação a Usinas Hidrelétricas de grande porte. Entretanto, este dado deve ser visto com cautela, pois pequenas centrais com áreas de alagamento que afetem áreas agricultáveis, densamente habitadas, importantes para a conservação da biodiversidade, importante para outras atividades humanas ou um conjunto de PCHs numa mesma bacia hidrográfica, podem causar danos sociais e ambientais comparáveis aos das grandes hidrelétricas.
O agravante no caso das pequenas centrais hidrelétricas é que elas estão dispensadas de EIA-RIMA, sendo necessária somente a elaboração de um Estudo Ambiental Simplificado, que na maioria das vezes não aponta todos os impactos. Estão dispensadas ainda, segundo resolução da Aneel, de remunerar municípios e Estados pelo uso dos recursos hídricos.
Tais dispensas fazem com que muitos empreendedores optem por PCHs e acabem planejando várias delas no mesmo rio, sem que seja realizado um estudo do impacto do conjunto delas sobre o rio ou a bacia. Por isso muitos rios estão virando verdadeiras escadinhas de pequenos lagos com a única função de gerar energia, prejudicando a biodiversidade, a paisagem e o desenvolvimento de outras atividades econômicas.


- Peixes
As barragens de usinas hidrelétricas têm vários efeitos sobre a vida dos peixes. O primeiro e mais direto é a interferência na sua migração e procriação. As barragens são obstáculos para o ciclo migratório e, conseqüentemente, para a sobrevivência das espécies, pois os peixes migratórios que não alcançam a nascentes não procriam. A escada para peixes tem sido usada como uma medida mitigadora, mas sua eficácia é questionada pelos especialistas porque raramente consegue evitar que as espécies nativas desapareçam, pois nem todas as espécies e nem todos os peixes acham o caminho. O segundo efeito está relacionado à temperatura da água, que também pode fazer com algumas espécies desapareçam por causa da não adaptação às novas temperaturas. Há ainda a questão da concentração de poluentes nos reservatórios que faz com que possa aumentar a variedade e quantidade de doenças nos peixes.

- Biodiversidade
A inundação de áreas com vegetação e florestas nativas é o impacto mais evidente da construção de hidrelétricas. Elas são geralmente construídas em redutos remanescentes de floresta, importantes para a conservação da biodiversidade, refúgios da fauna silvestre e geralmente abrigo de flora rara, espécies regionais que não se encontram em outros lugares. A formação dos lagos implica no desaparecimento dessas áreas, na perda de habitats. Há também impactos para as aves migratórias, que precisam procurar outros lugares para fazer suas paradas e acabam mudando completamente suas rotas. Enfim, o impacto sobre o equilíbrio do ecossistema é um estudo abrangentes com especificidades locais para cada caso.

- Nível do Rio
As barragens de Usinas Hidrelétricas influenciam o nível do rio, tanto acima quanto abaixo, porque, para que haja um abastecimento constante de água nas turbinas, é feito o controle da água no reservatório e na água que é liberada rio abaixo. Em épocas de estiagem o rio logo abaixo da barragem fica praticamente seco, por que muitas vezes os operadores da barragem não cumprem a norma legal de deixar no rio a sua vazão mínima. Isso afeta não só a biodiversidade, mas também o abastecimento de água da população e de outras atividades econômicas.

- Atmosfera
O apodrecimento de matéria orgânica submersa emite gases tóxicos à atmosfera. Nas regiões tropicais, como o Brasil, a decomposição pode demorar algumas décadas. Estudos do professor Philip Fearnside, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, e de outros cientistas respeitados de todo o mundo, mostram que as hidrelétricas podem chegar a contribuir tanto ou mais para o efeito estufa do que termelétricas de potência equivalente, pois o gás metano, oriundo em abundância da putrefação causada pelos lagos artificiais, contribui bem mais para o efeito estufa do que dióxido de carbono expelido pela combustão. Ou seja, os gases visíveis emitidos por termelétricas são menos danosos ao aquecimento global do que o gás invisível emitido pelo apodrecimento da matéria orgânica em hidrelétricas. A idéia de hidrelétricas como energia limpa alternativa às termelétricas é um equivoco, pois além de ter área inundada, impacto sócio-cultural, impacto sobre a fauna e a flora, ainda traz emissão de gases tão prejudiciais quanto à termelétrica, que possui apenas os gases e a cinza residual como prejudicial ao ambiente.

- Qualidade da Água
Ao se interromper o fluxo normal do curso do rio, acontecem diversas mudanças na temperatura e na composição química com conseqüências diretas sobre a qualidade da água: a decomposição da vegetação e do solo que foi submerso reduz a quantidade de oxigênio na água; a água do fundo de um reservatório normalmente é mais fria no verão e mais quente no inverno do que a água do rio, já a água da superfície do reservatório é mais quente do que a do rio praticamente em todas as estações, tais mudanças de temperatura mudam os ciclos de vida da vida aquática, como procriação, metamorfose, etc. A qualidade da água também é alterada pela maior concentração de sais: nos reservatórios a exposição da água aos raios solares aumenta muito, provocando maior evaporação e, consequentemente, o aumento da concentração dos sais, que acabam envenenando as espécies aquáticas e corroendo os tubos da casa de máquinas.

- Erosão e depósito de sedimentos
Nos seus cursos normais os rios transportam sedimentos, provenientes do solo e das rochas existentes nos seu leito e em suas margens. Quando se constrói uma barragem esse processo é interrompido. Como a água corre muito lentamente no reservatório e há um obstáculo para o seu escoamento (barragem), os sedimentos se depositam no fundo e não seguem rio abaixo. Como forma de recuperar o abastecimento de sedimentos, abaixo da barragem, o rio vai aumentar o processo de erosão das margens. Esse processo de erosão pode aprofundar o leito e alargar o rio, colocando em risco obras de infra-estrutura, assim como prejudicar o abastecimento de água.

- Avaliação de Impacto
Mesmo quando os Estudos de Impacto Ambiental são realizados de forma correta, apontando os verdadeiros impactos gerados por uma hidrelétrica, na maioria das vezes as ações de mitigação desses impactos não chegam a compensar de fato os efeitos negativos. Além disso, cada rio tem características únicas, espécies da fauna e flora próprias, vazões e ciclos particulares. Cada rio tem também diferentes populações morando em seu entorno, com realidades econômicas e sociais variadas. Por esses motivos os efeitos variam de acordo com cada rio e cada vez mais é importante que se faça a avaliação integrada do rio e da bacia, para que se tenha a noção dos efeitos cumulativos de várias hidrelétricas, mas principalmente para que se possa planejar a quantidade e o modelo de hidrelétricas em cada rio, levando em conta a conservação ambiental e a manutenção da qualidade de vida da população.

Para que as PCHs possam ser de fato uma alternativa à implantação de grandes Usinas Hidrelétricas, os seguintes critérios devem ser observados:

·         A não existência de uma alternativa técnica e locacional.
·         A real necessidade de se realizar a obra.
·         Ser a fio d’água.
·         Dispensar a necessidade de um lago ou reservatório.
·         Ter potência instalada de até 10 MW, seguindo as definições da Comissão Mundial de Barragens (www.dams.org/report/).
·         Ter densidade de potência instalada de menos que 10 W por m2.
·         Considerar e amenizar impacto sobre outras atividades econômicas da região.
·         Ter sua construção decidida pelas comunidades atingidas.



MITOS SOBRE AS PCHs:

- “A construção das usinas pode atrair empresas para os municípios próximos.”
A presença das Usinas não interfere em nada na economia do município, exceto no que se refere a impostos. O sistema é interligado nacionalmente, essa energia não vai diretamente para os municípios e sim para a rede nacional, através de concessionárias. As indústrias próximas possuem usinas termelétricas, para consumo próprio, bem mais potentes do que as PCHs e disponibilizam às concessionárias o excedente produzido. A potência excedente de cada usina é maior do que a soma das potências das três PCHs planejadas para o Rio Pardo. Por aqui, com tantas hidrelétricas próximas no Paranapanema, mais as termelétricas, temos energia suficiente para recebermos qualquer tipo de empresa e indústria no município. .

- “A construção das usinas pode fomentar o turismo da região.”
O aproveitamento turístico do Rio Pardo é maior se exploramos atividades de lazer e esporte em suas corredeiras e cachoeiras, investindo em possibilidades eco-turísticas. A preservação das belezas naturais e o ecossistema saudável são fundamentais para a manutenção e desenvolvimento dessas atividades. Os alagamentos das PCHs não significariam atrativos turísticos por serem barrentos (terra roxa) e pequenos, ao contrario do que acontece no Rio Paranapanema, onde, apesar da perda de belezas naturais, as usinas hidrelétricas proporcionaram grandes lagos para o lazer e o esporte e não comprometeram a potencialidade turística da região. No caso do Rio Pardo, o melhor caminho para a exploração turística é a implantação de parques temáticos a sua beira, com acessos a algumas quedas d’agua e corredeiras, devidamente sinalizados com lugares adequados para o banho, lugares adequados para passeios de barcos, caiaques, etc. Além de trilhas de caminhada às margens do Rio, com informações sobre a vegetação, a fauna, a história, etc. O caminho é Facilitar o acesso seguro sem depredar

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Vem ai o “Super Wi-Fi” com alcance até 100 km e velocidade de 22 Mbps


35 WiFi and 3G Vendors team up 1 Vem ai o Super Wi Fi com alcance até 100 km e velocidade de 22 MbpsO Super Wi-Fi ficou mais próximo da realidade depois que o IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas eEletrônicos), organização sem fins lucrativos responsável por divulgar especificações sobre Wi-Fi, publicou o padrão IEEE 802.22.
Essa nova rede wireless promete velocidades de até 22 Mbps para dispositivos a uma distância de até 100 quilômetros do transmissor mais próximo. Essa nova banda “turbinada” chegará através de um pacote de frequências brancas, que eram usadas anteriormente para transmissão de sinais de televisão analógica.
Não há ainda informações a respeito de quando o Super Wi-Fi entrará em operação, nem sobre quais regiões dos EUA serão as primeiras a testá-lo. Houston é atualmente o único ponto de acesso para Wi-Fi de frequência branca, cortesia dos pesquisadores da Rice University.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

USINA HIDRELÉTRICA DE XINGÓ





                      Usina Hidrelétrica de Xingó





      A Usina Hidrelétrica de Xingó está localizada entre os estados de Alagoas e Sergipe. A Usina Hidrelétrica situa-se em dois municípios: Piranhas (Alagoas) e Canindé de São Francisco (Sergipe).





    
Canyon do Rio São Francisco - Grota do Talhado




      Instalada no Rio São Francisco, um dos rios mais importantes do Brasil, com sua nascente na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até sua foz, em Piaçabuçu município de Alagoas.
      Composta por 6 turbinas com 527.000 KW por unidade, havendo previsão para mais quatro turbinas para uma segunda etapa.
      Xingó oferece passeios inesquecíveis, o turista poderá conhecer a Usina Hidrelétrica e sua história, ter uma imagem sensacional da Usina de um belo mirante, almoçar em restaurantes flutuantes no Rio São Francisco, fazer um belo passeio de catamarã na grota do talhado (passeio incrível), conhecer a história de Lampião e Maria bonita, visitar o Museu Arqueológico de Xingó, entre várias possibilidades de lazer e descanso...




Grota do Talhado



Um oásis em pleno Sertão.



                                  Mirante de Xingó




     
Restaurante Karranca's - Local onde saem os Catamarã



Subestação Elevadora de Xingó - 500 mil Volts.

      Piranhas e Canindé de São Francisco ainda oferecem várias pousadas para hospedagem a preços acessíveis, porém é bom fazer reserva anterior, pois a região é muito procurada por turistas de todos os países.




                      Visão Noturna de Piranhas.
      Piranhas oferece vários passeios pela região e adjacências, que dão um toque inesquecível a cidade, sonho de qualquer turista visitar Piranhas e Canindé de São Francisco...


domingo, 17 de julho de 2011

Energia reativa: o que o consumidor paga e não sabe

Energia reativa: o que o consumidor paga e não sabe

Veja como a correção do fator de potência pode reduzir a sua conta de energia
Sérgio Vieira

A maioria dos consumidores não sabem, mas todos os meses as concessionárias de energia elétrica de todo o país cobram uma multa pela má utilização de energia elétrica. Essa multa refere-se à “energia reativa” que é gerada por equipamentos como motores mal dimensionados, máquinas de solda, transformadores, entre outros. A energia reativa não produz trabalho, mas é necessária para produzir o fluxo magnético para o funcionamento desses mesmos equipamentos. Mas, como ela ocupa espaço no sistema (que poderia ser usado pela energia ativa), as concessionárias têm o direito de cobrar essa “ineficiência” dos consumidores.


Nem todo mundo paga por essa energia reativa, tudo depende do interesse da concessionária. Boa parte dos consumidores residenciais, por exemplo, estão livres da cobrança. Mas, condomínios (residenciais ou comerciais), indústrias de pequeno, médio e grande porte, casas com alto padrão de conforto e estabelecimentos comerciais pagam uma “multa” todos os meses junto com a conta de consumo.

O nome desta “cobrança” muda de acordo com a distribuidora de energia, mas praticamente todas elas procuram nomear essa cobrança de tal forma que não fique claro ao consumidor o nome “multa”. Em São Paulo, a AES Eletropaulo classificou a cobrança de “energia reativa excedente”; A CPFL, que atende municípios do interior do Estado de São Paulo, deu o nome de “reativo excedente”; e no Rio de Janeiro, a Light batizou a cobrança comom “encargo de capacidade emergencial”.

De acordo com José Gabino, representante da Abradee - Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica - a concessionária de energia elétrica deve orientar o consumidor de que está havendo um desperdício em seu estabelecimento. “Este pagamento pode ser evitado através de modificações nas instalações, por exemplo. A forma como as empresas fazem isto varia de empresa para empresa”, comenta ele.

Um estudo realizado por uma distribuidora no Paraná revelou que 85% dos consumidores industriais desconhecem esta cobrança, que é regulamentada pela Resolução 456 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 29 de novembro de 2000. A cobrança, entretanto, começou a ser realizada pelas distribuidoras a partir de 1994 (nota: a cobrança começou a ser realizada antes da criação da Aneel).


Para resolver o problema, é preciso corrigir o fator de potência ou relação entre energia ativa e reativa. Esta relação está compreendida entre 0 (0%) e 1 (100%). Quanto mais próximo o fator estiver de 1, menor será o consumo de energia reativa.

Através da resolução 456, a Aneel determinou que clientes industriais tenham um fator de potência de, no mínimo, 0,92 (92%), ou seja, se o cliente tiver um fator de potência inferior a este valor deverá pagar multa que é calculada da seguinte forma: multa = valor da conta de eletricidade x (0,92 / fator de potência - 1). Por exemplo, se o fator de potência apurado em um determinado mês por uma indústria for de 0,85 (85%), ela pagará 8,235% de multa sobre o valor da conta de eletricidade.

Alguns consumidores que conseguiram livrar-se dessa multa imposta pelas distribuidoras, realizaram tal feito instalando banco de capacitores. “Em geral, em três ou cinco meses, já é possível ter o retorno do investimento com a redução na conta de energia”, comenta Mário Lorenzetti, um dos coordenadores do Grupo Técnico de Capacitores Industriais da Abinee – Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica.

Após resolvido o problema, o consumidor deve solicitar uma visita do técnico da concessionária que irá instalar um equipamento para medir a energia reativa gerada naquele estabelecimento. Depois de constatar que o fator de potência está acima de 92%, a concessionária é obrigada, já no mês seguinte, a retirar a cobrança da conta de energia.

Segundo o coordenador, a correção do fator de potência poderia aliviar o sistema elétrico nacional devido à redução da circulação de energia reativa. Também há uma melhoria no perfil de tensão e redução de perdas elétricas. A Abinee está solicitando à Aneel a correção do fator de potência para 0,95 para consumidores de baixa tensão. Este aumento representaria ganho de 3,25% na capacidade de distribuição e transmissão de energia elétrica. Os ganhos, segundo a entidade, equivalem aos mesmos trazidos pelo horário de verão todos os anos.


O uso de medidores eletrônicos de energia pode mostrar para o usuário o seu percentual de energia reativa produzido. Este equipamento, entretanto, detém tecnologia de ponta e, dentro da relação custo/benefício das distribuidoras, somente é instalado em grandes consumidores de energia, mas, nada impede que qualquer consumidor procure soluções que o livrem desta “multa excedente”.


O uso do medidor eletrônico melhora a medição de energia reativa

A partir de janeiro de 2001, a União Européia passou a exigir que todos os equipamentos eletroeletrônicos vendidos naquela região com potência superior a 70 W passassem a ter circuitos de correção de potência, de forma a consumirem o menos possível de energia reativa do sistema elétrico. Outros países devem começar a adotar medidas semelhantes.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Comércio tem até esta quinta para adaptar estoques de plugues e tomadas a novo padrão

A partir de hoje,  sexta-feira (1º), os plugues vendidos isoladamente ou em aparelhos eletroeletrônicos expostos no mercado brasileiro, só podem ser de dois tipos: com dois ou três pinos. O comércio tem até amanhã (30) para adaptar definitivamente os estoques. Este prazo marca a última etapa do processo de implementação do Padrão Brasileiro de Plugues e Tomadas, que começou a ser instalado com lei sancionada em 2000.
De acordo com balanço apresentado hoje (29), no Rio de Janeiro, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) considerou que o padrão já está funcionando plenamente, tanto entre os fabricantes quanto no varejo. Nas últimas fiscalizações, o Inmetro não identificou abuso de preços ou desabastecimento de mercado com a substituição das peças e registrou um índice de irregularidades abaixo de 5%, que é o percentual máximo tolerado pelo órgão. A multa para casos de produção ou venda de produtos fora do novo padrão, a partir de amanhã, pode variar de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.

O presidente do Inmetro, Alfredo Lobo, disse que a adoção dos dois tipos de plugues e tomadas traz vantagens significativas para o consumidor, tanto em relação à segurança quanto em relação à economia. "Eles [os plugues de dois e três pinos] previnem contra a possibilidade de ocorrência de choque elétrico, curtos circuitos e incêndios. E como o plugue e a tomada se conectam com mais perfeição, isso leva a um não desperdício de energia. Ou seja, você está economizando energia e diminuindo a possibilidade de um curto-circuito", explicou.

Segundo Lobo, o novo modelo significou redução de custos na produção de aparelhos e peças e teve reflexo positivo no bolso do consumidor. "Enquanto a indústria tinha que ter linha de produção para fabricar 20 tipos de plugues e tomadas diferentes, hoje ela tem uma linha de produção focada em duas alternativas. E, com isso, otimizou o processo produtivo e pôde diminuir os custos. Mesmo considerando a inflação, que houve aumento dos insumos, da resina, do metal que faz o plugue e a tomada, houve diminuição de preços, o que significa um ganho para o cidadão também no que diz respeito ao investimento na compra desse produto".

No caso dos plugues e tomadas de três pinos, a questão da segurança é ainda mais reforçada, conforme o Inmetro. Isso porque o terceiro pino funciona como fio terra dos produtos que precisam de aterramento para evitar choques. Mas, para que esse recurso tenha funcionalidade, a instalação elétrica da residência precisa estar preparada. Uma das determinações do processo de padronização do novo modelo foi a obrigação de aterramento nas construções prediais iniciadas a partir de 2006. As residências construídas antes desta data, terão que se adaptar por conta própria e no tempo que for possível.

O presidente do Inmetro destacou que não existe necessidade urgente de preparar o aterramento e que não há obrigação para a troca de tomadas nas residências. "Não há necessidade de trocar todas as tomadas. Em apenas 20% dos casos teremos dificuldade de conexão em relação à tomada antiga, que são os plugues de três pinos. A alternativa é usar o adaptador que se distingue do antigo T, porque agora é submetido a testes e tem que atender a requisitos de segurança", disse.

O que mudou

• Acabam os plugues de pino chato; os aparelhos passam a ter plugues somente com pinos redondos. Dependendo das características do aparelho, ele poderá ter plugue de dois ou três pinos. 
• O terceiro pino funciona como fio terra dos produtos que precisam de aterramento para evitar choques, desde que a instalação elétrica residencial disponha de aterramento. 
• Os pinos terão diâmetros diferenciados de acordo com a corrente elétrica que o aparelho necessita para funcionar. Essa informação deverá constar na embalagem dos produtos. Terão um diâmetro para aparelho que operam com até 10 ampères e outro para os que operam entre 10 e 20 ampères. Isto impede que um aparelho de maior amperagem possa ser conectado em instalação de até 10, sobrecarregando-a. 
• Em cerca de 20% dos casos o usuário poderá ter dificuldades de conexão entre os plugues e tomadas padronizados e os antigos. Nestes casos idealmente deve ser trocada a tomada, utilizando-se a padronizada. Entretanto, objetivando minimizar eventuais transtornos na fase de adaptação, admite-se o uso de adaptadores que, ao contrário dos anteriores não padronizados, foram regulamentados e certificados e atendem a requisitos mínimos de segurança.

Vantagens do uso do padrão 

• Maior segurança para o usuário contra choques elétricos por contatos acidentais 
• O novo formato de plugues permite um contato mais eficiente com a tomada, evitando aquecimentos que podem levar a acidentes como incêndios e curto-circuito.
• O contato mais eficiente com a tomada ajuda a evitar o desperdício, promovendo economia no consumo de energia elétrica.
• O usuário terá adequada segurança se a residência for aterrada, em aparelhos que usam plugues de 3 pinos. 
• Impossibilidade de conexão dos plugues usados em aparelhos que trabalham com mais de 10 ampères em tomadas de instalações dimensionadas para menos de 10 ampères, impedindo sobrecargas. 
• Todas as novas edificações só recebem o habite-se mediante o cumprimento do padrão, de acordo com Lei Federal promulgada em 2007.

As informações são do Inmetro

segunda-feira, 27 de junho de 2011

MEU PRIMEIRO ROBO... O PYE ROBO ESPIÃO

Ola pessoal

A partir de hoje começo a postar para vocês tudo sobre meu novo projeto que sera a montagem de um pequeno robô a qual batizarei de Robô Pye, a qual o nome é em homenagem ao meu filho Pietro que completa seus 3 meses neste dia 28 de junho, data essa que antecipa o nascimento do projeto do meu primeiro robô,
A ideia é construir um pequeno robô em forma de carrinho, usando como unidade de processamento,o Arduíno e toda programação sera feita em linguagem C para interface do Arduíno.
O mesmo contara com uma câmera a qual enviara imagens em tempo real para um monitor,.
Inicialmente o mesmo sera controlado automaticamente pela sua unidade de processamento, o Arduíno, e a câmera ainda sera controlada via PC e por fio,porem o projeto futuro e fazer tudo remotamente sem fio.
Fiquem sempre atentos, pois conforme o andamento das montagens vocês verão aqui em primeira mão.
Um grande abraço e torçam pelo sucesso do Pye.
FC.
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sábado, 4 de junho de 2011

Governo prevê até 2020 mais 24 hidrelétricas

A construção de hidrelétricas é a maior aposta do governo federal para aumentar a geração de energia no País nos próximos dez anos. A estratégia em estudo prevê a construção de 24 usinas a partir de 2016, que poderão agregar mais de 18 mil megawatts (MW) de eletricidade ao sistema brasileiro. Estão previstos R$ 190 bilhões em investimentos para a área de geração. Mais da metade do valor será aplicada em hidrelétricas.
De acordo com a versão preliminar do Plano Decenal (2011-2020) de Expansão de Energia (PDE), o governo deve leiloar ainda este ano oito projetos hidrelétricos, que representam cerca de 10% do volume de energia nova que deve começar a ser gerada dentro de cinco anos. Até o momento, entretanto, apenas dois projetos têm a documentação necessária para ir a leilão: Cachoeira e Estreito. Essas usinas deverão ser construídas no Rio Parnaíba, na divisa do Piauí com o Maranhão, e poderão gerar até 119 MW de eletricidade.
A maior hidrelétrica prevista para entrar em operação entre 2016 e 2020 é a de São Luiz do Tapajós. A usina terá capacidade de produzir até 6.133 MW de energia e faz parte do grupo de três empreendimentos que serão leiloados em 2012. Além de sua potência, a usina tem outro diferencial: será o primeiro projeto de usina-plataforma a ser ofertado pelo governo. A hidrelétrica funcionará como uma plataforma de petróleo em alto-mar, com revezamento de equipes de operação e impacto ambiental reduzido durante a construção.
Além das novas usinas, o governo conta com a conclusão das hidrelétricas que já estão em obras ou prestes a começar para garantir o aumento de geração necessário para atender ao crescimento no consumo de eletricidade previsto para o período, que é de 4,9% ao ano. As informações são do jornalO Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Simples, ao utilizar ferramentas (alicate + descascador + conector compressão), damos mais firmeza a ligação e assim temos menos perdas de sinal, principalmente onde ele já é fraco.
Aqui comprei um kit de alicate de compressão (não é dos melhores) + descascador de cabos + alicate de corte (cortar a ponta do fio interno) + um punhado de conectores e me custou cerca de R$ 45,00. Que valeu a pena!


Tem vários tipo de alicates, desde que servem para conectores para cabo RG-59 e RG-59 mais utilizados em antenas de TV e também outros que além desses servem para conectores BNC, RCA e outros.


Leia mais: http://www.te1.com.br/2011/04/como-usar-descascador-crimpar-cabo-antena-rg-06-rg-59/#ixzz1KsCbxZ2t

terça-feira, 26 de abril de 2011

Domótica - Casas Inteligentes

A domótica é um ramo da engenharia que permite uma gestão inteligente da casa. Esta nova ciência utiliza inovações tecnológicas que permitem o controlo do consumo energético (iluminação, climatização), da comunicação exterior-interior e da segurança de um edifício. Tudo em benefício do consumidor.